segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Vantagem Competitiva - VC

VC pode ser entendida como uma vantagem que uma organização tem em relação aos seus concorrentes. Há, porém, diferentes correntes teóricas que explicam a VC.
De modo mais técnico, pode-se dizer que a VC é a ocorrência dos níveis de performance econômica acima da média de mercado em função das estratégias adotadas pelas empresas.
Algumas das teorias que já foram vinculadas à explicação da VC são o posicionamento esteatégico, a teoria dos recursos, as teorias baseadas nos processos de mercado e as teorias de competências dinâmicas.
Com vinculação mais a uma destas teorias, tem-se que a VC geralmente se origina de uma competência central do negócio e que para ser efetiva, a vantagem competitiva precisa ser:
  • Difícil de imitar;
  • Única;
  • Sustentável;
  • Superior à competição;
  • Aplicável a múltiplas situações.
Exemplos de características de organizações que poderiam construir uma VC incluem:
  • foco no cliente, valor para o cliente
  • qualidade superior do produto
  • distribuição ampla
  • alto valor de marca e reputação positiva da empresa
  • patentes, direitos autorais e de propriedades industrias
  • técnicas de produção com baixo custo
  • proteção do governo
  • equipe gerencial e de funcionários superior
Existem estudiosos que defendem que em um mercado competitivo, que muda rápido, nenhuma dessas vantagens pode ser mantida a longo prazo. Eles alegam que a única vantagem competitiva sustentável é construir uma empresa que esteja tão alerta e ágil que sempre encontrará uma vantagem, não importa que mudanças ocorram.

Michael Porter

Michael Eugene Porter é um professor Harvard Business School, interessado nas áreas de Administração e Economia e é autor de diversos livros sobre estratégias de competitividade.
Estudou na Universidade de Princeton, onde licenciou-se em Engenharia Mecânica e Aeroespacial. Obteve um MBA e um doutorado em Economia Empresarial, em Harvard, onde tornou-se professor com 26 anos.
Foi consultor de estratégias em diversas organizações norte-americanas e internacionais, tendo um papel ativo na política econômica. Os resultados de seu trabalho foram conceitos como a análise de indústrias em torno de cinco forças competitivas e das três fontes genéricas da vantagem competitiva, que são:

  • Diferenciação;

  • Baixo Custo;

  • Focalização em Mercado Específico.
Em The Competitive Advantage of Nations, Porter amplia sua análise, aplicando a mesma lógica das corporações às nações, lançando o célebre modelo de Diamante.
O famoso "Diamante" de Porter

sábado, 26 de junho de 2010

Sinopse

Fonte:
NOBRE, Prof. Dr. Eduardo A. C. AUP 5869 – Avaliação de Grandes Projetos Urbanos: Crítica de Prática Recente. Aula 1: As Transformações Recentes do Sistema Capitalista: Reestruturação Econômica e os Paradigmas de Desenvolvimento.

Vários autores definiram o capitalismo como o sistema econômico mundial e essa ideia pressupõe a existência de um processo operacional global, onde elementos apresentam interdependência entre si para a realização de um objetivo comum.
            O capitalismo é um sistema de relações político-econômicas, onde o objetivo principal é a acumulação do capital, sendo então, o principal agente na reprodução da riqueza. O conceito de capital difere do de dinheiro ou de riqueza, o capital visa a acumulação de lucros e os outros estão relacionados com o seu valor de troca.
Este sistema não é estático, apresentando modificações estruturais que constroem as suas fases de desenvolvimento. A periodização do sistema capitalista sempre foi alvo de grandes discussões e proposições. As diversas inovações da tecnologia dos séculos XVIII e XIX possibilitou o advento da Revolução Industrial.
A livre concorrência fez com que ocasionasse grandes investimentos em equipamentos por parte de empresários, com o intuito de aumentar a produtividade e o lucro. A concentração e centralização do capital em um número pequeno em grandes empresas levaram à fase do Capitalismo Monopolista.
No fim do século XIX e começo do século XX surgem os trustes americanos e os cartéis europeus, grandes organizações internacionais com práticas monopolistas de mercado, onde a gerência é essencialmente financeira.
As estratégias de acumulação de capital, a partir da II Guerra Mundial se basearam na internacionalização do capital produtivo, através das multinacionais. Usava-se de normas de produção, organização e técnicas. O Keyenesianismo é o estado regulador da economia e promotor do desenvolvimento econômico, através de políticas fiscais e monetárias, investimento e endividamento público.
François Chesnais (1998) denominou o estágio de sistema capitalista de Regime de Acumulação Mundializado  sobre Dominância Financeira, o fruto do liberalismo e da desregulamentação dos movimentos de capitais, do comércio internacional e dos investimentos estrangeiros diretos.

Sinopse

Fonte:
OLIVEIRA, Floriano José Godinho de. Professor Adjunto da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Estado E Planejamento Urbano: Tendências Conservadoras. Entre O Planejamento Estratégico E A Reforma Urbana

As últimas modificações na estrutura econômica urbana e o robustecimento dos espaços metropolitanos tem induzido novas formas de intervenção do Estado, seja por meio de instrumentos de gestão teoricamente participativos ou pela tentativa de redefinir mecanismos de integração dos espaços na economia global.
Com isso, o enfrentamento dos problemas urbanos mais graves e as ações voltadas à superação das desigualdades sociais, são orientadas para dois tipos de estratégias de realização das políticas públicas: a produção de “condições” para a retomada dos investimentos produtivos nas cidades e a produção de políticas que garantam a “coesão social”. Em ambas as formas, observamos que a orientação das políticas públicas acaba servindo ao capital corporativo.
Com efeito, vivemos um período em que o capital corporativo, transfere aos governos locais a gestão do espaço segundo a lógica de qualificação do território para os investimentos produtivos.
Nesse sentido, após um período de avanços dos projetos neoliberais, se verifica uma tendência a se cobrar do Estado a retomada das ações públicas, capazes de promover às condições de sociabilidade e urbanidade, sobretudo nos espaços que apresentam uma nova perspectiva de expansão territorial.
A discussão proposta tem como referências as investigações que realizamos no processo de expansão metropolitana no Rio de Janeiro, bem como na análise da consolidação de novos núcleos urbanos no interior. No espaço metropolitano a atenção se dirige com prioridade para a região leste da metrópole, pois é onde a expansão é dirigida por uma forte intervenção do Estado na produção de infra-estrutura e financiamento de bases logísticas para o setor privado. Enfim, queremos amadurecer a discussão e apresentar algumas evidências sobre a terrível situação que estamos vivenciando.
As novas estratégias de organização do capital em seu movimento constante de acumulação ampliada, alteram profundamente as formas como o Estado e os sujeitos sociais não vinculados às classes hegemônicas atuam no movimento geral de produção do espaço social. O dilema entre crescimento econômico e desenvolvimento social se revigora como um desafio à análise das relações instituídas nos últimos anos. Nesse contexto, altera-se o papel do Estado, mesmo sabendo que isso nunca feriu seus próprios interesses.
As consequências em relação à desregulamentação das normas de contratação do trabalho já são bem conhecidas: desemprego, desvinculação da produtividade na produção e dos ganhos salariais, precarização das formas de contratação do trabalho, informalidade, etc.
As tentativas de compreensão do processo têm levado as pesquisas nas ciências sociais a procurarem novos caminhos investigativos e a proporem novas definições conceituais com vistas à apreensão dos processos e fenômenos complexos que constituem esse contexto. Nas ciências sociais, emergem noções, que tentam definir mudanças relevantes, ainda que algumas noções produzam mitificações, como bem identifica Haesbaert (2004), no caso da noção de desterritorialização.
A investigação das novas formas de organização do território, para além da identificação das razões, ações hegemônicas e forças indutoras das mudanças. Concordando com Ann Markusen (2005), uma pesquisa que contribua com a superação de análises, desde o início, a recusa de conceitos abstratos que eliminam antecipadamente a identificação dos atores e sujeitos sociais produtores dos processos.
As discussões sobre os efeitos das mudanças contemporâneas sobre a produção do espaço e a organização dos territórios estão presentes em todos os campos das ciências sociais e econômicas.
Na economia regional, essa questão também vem sendo feita. Recentemente, há uma retomada da problemática espacial e, a busca da compreensão das formas contemporâneas de organização e mudança do território. Nesse tipo de análise, são retomados antigos conceitos utilizados pelos estudos de economia regional.
Na análise dos autores, o entendimento do território, ainda não é suficiente para possibilitar uma localização de atividades produtivas que se referencie principalmente nos fatores de polarização da produção que condicionam a concentração espacial da estrutura produtiva.
Essas novas perspectivas analíticas constituem, uma importante base para os estudos sobre o novo ordenamento do território e da produção do espaço urbano.
Duas das mais importantes mudanças nas novas estratégias de localização são a mobilidade espacial e o interesse no uso dos territórios que admitem as novas formas de integração.
Para Allen Scott (1996), as estratégias de reestruturação produtiva acabam definindo mudanças decorrentes do processo de novas tecnologias e de novos sistemas comunicacionais. São estratégias indutoras de novas espacialidades, e novas territorialidades sociais.
A princípio, essas noções que associam a cidade à região se referem mais diretamente às relações das grandes metrópoles com o seu entorno, procurando demonstrar o aprofundamento dos vínculos do sistema metropolitano com o espaço para além da metrópole, ou seja, a maior dispersão e expansão da metrópole pelo espaço regional a sua volta.
Na gestão territorial, conflitos e disputas podem se realizar de formas totalmente  complexas irredutíveis aos limites territoriais oficiais e à capacidade de resposta de seus governos. Assim, temos a necessidade de repensar conceitos e buscar desvendar a processualidade dessas mudanças.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Comportamento do Consumidor

Cada consumidor é único, ou seja, reagem de forma diferente sob os mesmos estímulos.
São essas diferenças que determinarão o ato de compra e o comportamento de cada consumidor.
Com raras exceções, um ser humano não consumirá nada se não estiver motivado a comprar.
A motivação envolve atividades as quais nos levam a um determinado objetivo.
Podemos ser motivados ou estimulados por necessidades internas ou externas que podem ser de caráter fisiológico ou psicológico.
O que interessa ao mercado, é o estudo do que comer, o que vestir e o que beber, ou quando uma pessoa escolhe determinado alimento ou bebida para saciar a sua fome e sede.
E entender o que levou o consumidor àquela escolha.
Usar um casaco no frio é necessidade básica. Usar um casaco Pierre Cardin de R$3.000,00 é uma necessidade de aceitação social, ou seja, uma necessidade secundária.
As necessidades primárias não interferem na escolha de um produto. As secundárias, sim.


TEORIA DE MASLOW E MC GREGOR

Maslow e McGregor citam o comportamento motivacional, que é explicado pelas necessidades humanas.
Entende-se que a motivação é o resultado dos estímulos que agem com força sobre os indivíduos, levando-os a ação.
Para Maslow, as necessidades dos seres humanos obedecem a uma hierarquia.
Quando o ciclo motivacional não se realiza, vem a frustração do indivíduo que poderá assumir várias atitudes:
1. Comportamento ilógico ou sem normalidade;
2. Agressividade por não poder dar vazão à insatisfação contida;
3. Nervosismo, insônia, distúrbios circulatórios/ digestivos;
4. Falta de interesse pelas tarefas ou objetivos;
5. Passividade, moral baixo, má vontade, pessimismo, resistência às modificações, insegurança, não colaboração, etc.

A TEORIA DE FREUD

A teoria de Freud estabelece que motivações seriam responsáveis pela aceitação ou rejeição de produtos ou bens de consumo.
Freud estabelece três instâncias psíquicas responsáveis pelo comportamento: o id, fonte da energia psíquica dos impulsos primitivos; o ego, regulador dos impulsos selvagens do id ligado ao princípio da realidade; e o superego, a quem cabe a representação interna das proibições sociais.

A TEORIA DE HERZBERG
Herzberg desenvolveu uma teoria de dois fatores para distinguir os fatores que causam insatisfação e aqueles que causam a satisfação.
A teoria de Herzberg apresenta duas sugestões, pouco óbvias: evitar os fatores de insatisfação e apresentar os fatores de satisfação.
A teoria de Mc Gregor é um conjunto de dois extremos opostos de suposições. Estes conjuntos foram denominados “X” e “Y”.

Teoria X
O homem médio não gosta do trabalho e o evita;
ele precisa ser forçado, controlado e dirigido;
o homem prefere ser dirigido e tem pouca ambição;
ele busca apenas a segurança.

Teoria Y
o dispêndio de esforço no trabalho é algo natural;
o controle externo e a ameaça não são meios adequados de se obter trabalho;
o homem exercerá autocontrole e auto-direção, se suas necessidades forem satisfeitas;
a pessoa média busca a responsabilidade;
o empregado exercerá e usará sua engenhosidade, quando lhe permitirem auto-direção e autocontrole

PERCEPÇÃO
A percepção é o processo de decodificar os estímulos que recebemos. Se as necessidades e motivações de um indivíduo se concretizam, por vezes, na compra e no consumo, não se deve concluir daí que as forças internas do ser humano são suficientes para explicar o seu comportamento.
O processo perceptivo inicia-se com a captação, através dos órgãos dos sentidos, de um estímulo que, em seguida, é enviado ao cérebro. 

ESTÍMULO AMBÍGUO
Um estímulo é declaradamente ambíguo quando não corresponde a uma forma imediatamente reconhecida ou quando se podem fazer várias "leituras".
O mecanismo de interpretação da ambiguidade constitui o fundamento dos métodos ditos projetivos, utilizados para revelar a personalidade ou a atitude profunda de um indivíduo. Por este motivo, os estímulos ambíguos são muito correntes em investigação comercial.

APRENDIZAGEM
A maior parte do nosso comportamento, inclusive o de consumir, é aprendido. Com isso, volta-se à questão das necessidades primárias e secundárias, inatas e aprendidas, e como aprendemos a ter e satisfazer estas necessidades. Neste caso, há duas teorias divergentes: a Teoria Cognitiva e a Teoria Estímulo Resposta.

TEORIA ESTÍMULO RESPOSTA (S - R)
A teoria S - R utiliza-se dos paradigmas clássicos, como reforço, extinção, discriminação e generalização. O reforço pode ser primário se constituído de uma recompensa em nível de satisfação de necessidade primária, ou secundário, se constituído de elementos socialmente aprendidos.

TEORIA COGNITIVA
Esta teoria dá maior ênfase ao insight, a aprendizagem se deve a uma reorganização do campo cognitivo que permite a compreensão de um problema e sua solução. 

ATITUDE
Segundo Gade (1980), na psicologia do consumidor a atitude é a predisposição interna de um indivíduo para avaliar determinado objeto ou aspecto, de forma favorável ou desfavorável, sendo uma das variáveis a decidir no consumo.

FORMAÇÃO DE ATITUDES
A modificação de uma atitude pode ser tentada de forma congruente, que é quando a valência da atitude desejada é a mesma da preexistente ou de forma incongruente.
A mudança de atitude sofrerá influência de fatores individuais tais como personalidade, persuasidade, sendo esta correlacionada com a auto estima, autoritarismo, isolamento social, nível de fantasia, sexo e orientação vital.




sexta-feira, 18 de junho de 2010

Segmentação de Mercado

Las Casas (1993), afirma que para satisfazer as necessidades de um individuo, o trabalho é mais fácil, pois o produto será adaptado a algumas necessidades especificas. Já para a produção em massa que atingi milhões de consumidores o trabalho é mais difícil. Por essa razão a segmentação de mercado pode ajudar as organizações a desenvolver e comercializar produtos que se aproximem a satisfação do mercado-alvo (target). A empresa poderá atender melhor uma fatia de mercado na qual possa oferecer um produto mais especifico e que se assemelhe a aquilo que o consumidor quer e deseja, ao contrario da concorrência que faz um produto para atender a todo o grupo.

Já Facape (2007), segmentação de mercado é a divisão do todo em pequenos grupos de mercado. Segmentar é dar enfoque, identificar e servir ao mercado escolhido. Facape (2007), ainda divide a segmentação de mercado em: Segmentação Geográfica (países, estados, cidades, bairros, ruas); Segmentação Demográfica (idade, sexo, tamanho da família); Segmentação Psicográfica (classe social, etilo de vida, personalidade); Segmentação Por Conduta (conhecimento, atitudes, costumes); Segmentação Por Volume (pequenos, médios e grandes) e Segmentação Por MIX de Marketing (mercados que respondem aos diferentes fatores de marketing, como preço, praça, propaganda ou tipo de produto).

Para o Professor e Doutor Dornelas (2007) do site Plano de Negócios, “o mercado-alvo não é aquele que você gostaria: é aquele que pode consumir o seu produto”. Para se conhecer o mercado em questão é preciso obter informações tanto qualitativas como quantitativas. Para um aprofundamento melhor é necessário responder a três perguntas: Quem está Comprando? O que está Comprando? Porque está Comprando?. 


Segmentação de mercado é estudar a preferência de um determinado público, para que o atendam  da melhor forma possível. São cinco maneiras de se aumentar a precisão do mercado-alvo:

marketing em massa: onde se busca atingir varias pessoas de uma vez; 

marketing de segmento: foca em um terminado público, e identifica suas características para melhor atendê-los;

marketing de nicho: atinge diferentes “tribos”, grupos de pessoas com gostos diferenciados, faz uma segmentação para cada um;

marketing local: atinge apenas uma certa região, voltando sua produção para satisfazê-la; 

marketing individual: método que avalia as preferências separadamente, valorizando a opinião de cada pessoa.

No processo de segmentação, primeiramente é feito um levantamento de dados para serem analisados, e então será desenvolvido o perfil do cliente. Há também o estudo de segmentação voltado extremamente para as indústrias. Para ser útil precisa atender a algumas exigências como ser substancial, acessível, diferenciada, acionável. A conciliação dos recursos disponíveis com os métodos de segmentação é essencial, e respeitar a ética, ter responsabilidade social jamais deve ser abandonado na hora de se elaborar qualquer tipo de segmentação, já que ao lidar com pessoas valores e princípios sempre são fatores cruciais, que bem aproveitados, podem trazer muitas vantagens.

Gestão de Serviços

Para que isso aconteça, o Marketing tem que:
  • PLANEJAR AÇÕES EFICAZES
  • CRIAR PRODUTOS E SERVIÇOS QUE SATISFAÇAM O PÚBLICO-ALVO
  • ATENDER AS NECESSIDADES E DESEJOS DOS CONSUMIDORES



A partir daí, a empresa conquistará e manterá o cliente.


RELAÇÃO VALOR/BENEFÍCIO

A empresa que ganhará a disputa é aquela que conseguir ofertar o melhor produto, mais benefícios e melhores atributos deste produto e conseguir agregar a ele um valor alto.

O valor que é entregue ao consumidor é a diferença entre os benefícios ofertados pelo produto e o custo para obtê-los.

O VALOR DO SERVIÇO

QUANDO VOCÊ VAI A UM SUPERMERCADO, O QUE DIFERENCIA ESTA LOJA DE UM CONCORRENTE?

  • Produtos Equivalentes
  • Benefícios e Atributos
  • Preços Compatíveis
  • Produto Básico e Ampliado Equivalentes
QUAL É O DIFERENCIAL?
  • Atendimento
  • Cortesia
  • Educação
  • Limpeza
  • Arrumação
  • Organização
  • Agilidade

CONCEITO DE SERVIÇO

“São todas as atividades econômicas cujo produto não é uma construção ou produto físico, é geralmente consumido no momento em que é produzido e proporciona valor agregado em formas (como conveniência, entretenimento, oportunidade, conforto e saúde) que são essencialmente intangíveis, de seu comprador direto.”

(Quinn, James Brian. 1987)

EXEMPLOS DE SERVIÇOS
  • Faculdades
  • Bancos
  • Telefonia
  • Cinemas
  • Hoteis
  • Companhias Aéreas
  • Fast-Foods
  • Entre outros...

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Visão Econômica de Mundo

No fim dos anos 70 do século XX, começou, com a revolução econômica, a se delinear uma nova versão para visão mecanicista de mundo. A metáfora da máquina foi substituída pela do mercado, fazendo vir a visão econômica de mundo.
Há um trabalho desenhado por Júlio Tôrres que mostra o novo contexto, os processos de trabalhos que se dão de forma diferente que na visão mecanicista. O foco está no cliente, no mercado e no lucro. Para que os resultados sejam alcançados, os líderes têm o poder de comandar e controlar.
O processo decisóriocontinua funcionando de cima para baixo em todos os "níveis" da organização.
O funcionário é apenas um receptor do conhecimento que já existe. A capacidade da instituição está ligada à imitação, à cultura do "benchmarck". Não é necessário criar, apenas comprar ou imitar. Os dados são analisados e são feitas projeções para resultados futuros. Busca-se sempre a solução mais lucrariva. se alguém não está agregandovalor, é substituída ou eliminada.

Implicações da Visão Mecanicista de Mundo para a Estratégia

O conceito de estratégia está fortemente ligado ao de eficiência mecânica, implicando a busca de forma mais eficiente para chegar aos objetivos organizacionais, fazendo com que as estratégias fiquem mais ligadas aos meios que aos fins.
A prática de desenvolvimento varia de acordo com a influência de diferentes teorias. As configurações para o desenvolvimento dessas estratégias existem apenas no nível hierárquico mais alto, centradas na visão mecanicista de autoridade máxima.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Visão Mecanicista de Mundo

Desde o século XVII, a metáfora tem sido dominante para entender a natureza, as organizações e também a sociedade. As leis de Newton deram legitimidade ao mecanicismo e validaram suas implicações: monocasualidade, reducionismo, linvaridade, imediatismo e determinismo.
A visão mecanicista de mundo afetou profundamente todas as áreas do conhecimento. O relógio, com sua precisão mecânica, passou a ser o símbolo do Universo. O mundo passou a ser todo visto como máquina. Não existe espaço para valores e princípios éticos.
Em uma visão de mundo, o foco das organizações é na estrutura e nas tarefas. Para que os resultados sejam obtidos, os "líderes" têm o poder, controle e comando, passando a ser o cérebro da organização. E outras  pessoas devem obedecer às ordens. Esse processo decisório funciona de cima para baixo em toda a organização. Se algo não funciona corretamente, localiza-se o problema e esta parte é eliminada ou substituída.
A separação entre a arte, a filosofia, a ciência e a tradição parece ser o maior responsável pelo distanciamento generalizado da ética.

Autor apudi Pierre Weil (2000, pág. 134)

A Liberdade ficou com o mundo capitalista, a Igualdade ficou com o mundo socialista e a Fraternidade foi esquecida pelos dois. Quem fala em fraternidade e amor, nos dias de hoje, é visto como idealista, sonhador, atrasado e não sei mais o quê...

Teoria da Complexidade: Uma Nova Visão de Mundo para a Estratégia

Segundo José Julio Martins Tôrres (2005):

RESUMO

Este trabalho apresenta as Visões do Mundo que estão disputando na atual Mudança de Época, mostrando as implicações de cada uma e dando ênfase para necessidade.


INTRODUÇÃO

A Visão de Mundo é uma janela conceitual. E esta janela funciona como uma lente cultural, é a ferramenta cultural mais poderosa que dispõe um indivíduo, um grupo, uma sociedade ou comunidade, para rever seu passado, entender seu presente e fazer previsões para o futuro. Quando compreendemos que a realidade é o que nossa observação nos permite perceber, passamos a ter conhecimento de que nossa visão de mundo formata nossas mentes.
Muitas ideias novas deixam de ser implementadas por serem conflitantes com modelos de mentes profundamente arraigados que limitam as pessoas de passarem e interagirem.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Teoria da Complexidade e Teoria Quântica

TEORIA DA COMPLEXIDADE

É a parte da ciência que trata da emergente da Física Quântica, da inteligência artificial e de como os organismos vivos aprendem e se adaptam .
Ela é um subproduto da Teoria do Caos. O mundo quântico tem suas esquisitices. A lógica da ciência da complexidade substitui o determinismo pelo indeterminismo e a certeza pela incerteza. Os físicos tiveram de reconstruir as bases sob as quais a ciência vinha se desenvolvendo desde o mundo mecânico, previsível e linear de Newton. Há autores que mostram um paralelo entre o mundo da ciência e o mundo dos negócios: da mesma forma, a teoria administrativa terá de se estabelecer sobre bases novas que definam a nova lógica das organizações.

TEORIA QUÂNTICA
Reflexões administrativas - a moderna teoria administrativa passou a descrever as mudanças organizacionais em termo de quantum. A mudança quântica significa uma mudança de vários elementos ao mesmo tempo, em contra posição à tradicional mudança gradativa.

terça-feira, 6 de abril de 2010

A Era da Informação

  • 1995 a 1996 Internet Popular.
  • Era da tecnologia ou da informação modificou o trabalho dentro e fora das organizações trazendo a nós a internet - ultranet.
TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO


OS DESAFIOS DA ERA DA INFORMAÇÃO

  • Conhecimento - é criado por pessoas.
  • Conteúdo - é integrado em produtos e serviços.
  • Digitalização - velocidade da luz - bits - internet.
  • Virtualização - loja virtual - compras on-line - emprego virtual.
  • Molecularização - dinâmica de grupos de indivíduos e/ou que foram a base da atividade econômica.
  • Integração - redes interligadas. A nova economia está ligada em rede, integrando grupos, criando riquezas, rompendo fronteiras.
  • Desintermidiação - informações on-line - correio eletrônico.
  • Convergência - setor industrial automobilístico passou a ser usado à mídia.
  • Inovação - os ciclos de vida dos produtos estão se tornando cada vez menores.
  • Poder - consumo adis tição entre consumidor e produto está ficando pouco nítida.
  • Imediativo - baseia-se em uma empresa em tempo real. O intercâmbio eletrônico de dados (EDI eletrônic data interchange) interliga sistemas internos.

    segunda-feira, 5 de abril de 2010

    As Cinco Disciplinas

    Peter Senge, propõe cinco disciplinas para construir a capacidade de aprendizagem nas empresas:
    • Domínio Pessoal: Disciplina de aspiração. Cultiva que a tensão entre a realidade e a visão pessoal, aumenta a capacidade de escolher melhor e alcançar melhores resultados.
    • Modelos Mentais: Disciplina de reflexão e questionamento. Focaliza o desenvolvimento de percepção e atitude que influenciam a interação das pessoas e seu pensamento.
    • Visão Compartilhada: Disciplina coletiva. As pessoas aprendem a nutrir um senso de compromisso na organização.
    • Aprendizagem de Equipes: Disciplina de interação de grupos, feita através de equipes, utilizando o diálogo e discussão para desenvolver o pensamento coletivo.
    • Pensamento Sistêmico: Disciplina de aprendizagem. Fazendo com que as pessoas aprendem melhor compreendendo a interdependência e a mudança. É baseado na complexidade.
    A aprendizagem organizacional faz com que as pessoas levem a organização à mudanças e renovações contínuas. É a principal vantagem competitiva de uma organização, conduzindo à inovação, criatividade. A aprendizagem organizacional é um processo. Ela desenvolve os conhecimentos e habilidades que capacitam as pessoas a compreender e agir eficazmente na empresa. As empresas bem-sucedidas são as que aprendem eficazmente.
    A aprendizagem organizacional é mais do que apenas adquirir novos conhecimentos.

    Capital Intelectual

    O recuso do Capital Intelectual é o conhecimento.
    (O conhecimento é criado e modificado pelas pessoas e é obtido através da interação social, estudo, trabalho e lazer).
    O Capital Intelectual é constituído por três aspectos intangíveis:
    1. Nossos Clientes.
    2. Nossa Organização.
    3. Nossas Pessoas.

    Benchmarking

    • Pesquisa de mercado que influencia a qualidade e a produtividade da empresa.
    • Visibilidade.
    O Benchmarking foi introduzido em 1979 como um  "processo contínuo de avaliar produtos, serviços e práticas dos concorrentes mais fortes e das empresas que são reconhecidas como líderes empresariais". Ele permite comparações de processos e práticas e ensina as empresas a pesquisar os fatores-chaves.

    Gestão de Projetos

    • Planejamento do Projeto. (Análise)
    • Implementação do Projeto. (Mobilidade/ Utilização)
    • Avaliação do Projeto. (Feedback)
    Os projetos são aplicados em todos os níveis da organização. Podem envolver uma ou milhares de pessoas, tendo variação de duração entre semanas ou anos.
    Cada projeto é único.

    Equipe de Alto Desempenho

    • Objetivo: Participação das pessoas (Resposta rápida ao mercado)
    É necessário atingir a excelência, não apenas formar equipes.  Os principais atributos das equipes de alto desempenho são:
    1. Participação
    2. Responsabilidade
    3. Interação
    4. Clareza
    5. Criatividade
    6. Velocidade
    7. Flexibilidade
    8. Foco

    segunda-feira, 29 de março de 2010

    Reengenharia

    Reengenharia de Processo.
    Tecnologia da Informação e Processo
    Tecnologia da Informação --  É o uso das ferramentas tecnológicas - software em auxílio do processo -
    Exemplo: (R4, R3) SAP -- (nome da empresa que criou o sftware)
    Software Corporativo

     

    Qualidade Total

    Aplicação da melhoria contínua (exigência do cliente).
    Dentro de uma organização: cada funcionário é um cliente do anterior e um fornecedor do próximo.
    Os fornecedores/clientes (internos e externos) são o núcleo da qualidade total.
    Tanto a Melhoria Contínua quanto a Qualidade Total são abordagens para obter excelência na qualidade dos produtos e processos, o objetivo é acrescentar valor continuamente.

    Kaizen

    KAI = Mudança
    ZEN = Bom
    KAI + ZEN = Boa Mudança

    Essa palavra significava o processo de gestão e passou a significar o aprimoramento contínuo.
    O Kaizen é uma filosofia de melhoria contínua de todas as pessoas da organização.
    A abordagem é fazer melhor as coisas através de resultados específicos.

    Melhoria Contínua

    • CEP ( Controle Estatístico de Qualidade)
    • Mudança de Conceito
    A Melhoria Contínua significa mudança de conceito (adaptabilidade).
    Essa mudança de conceito pode ser em grupos (participação)/cliente.
    O consenso individual não pode estar acima do consenso coletivo.