segunda-feira, 17 de maio de 2010

Visão Econômica de Mundo

No fim dos anos 70 do século XX, começou, com a revolução econômica, a se delinear uma nova versão para visão mecanicista de mundo. A metáfora da máquina foi substituída pela do mercado, fazendo vir a visão econômica de mundo.
Há um trabalho desenhado por Júlio Tôrres que mostra o novo contexto, os processos de trabalhos que se dão de forma diferente que na visão mecanicista. O foco está no cliente, no mercado e no lucro. Para que os resultados sejam alcançados, os líderes têm o poder de comandar e controlar.
O processo decisóriocontinua funcionando de cima para baixo em todos os "níveis" da organização.
O funcionário é apenas um receptor do conhecimento que já existe. A capacidade da instituição está ligada à imitação, à cultura do "benchmarck". Não é necessário criar, apenas comprar ou imitar. Os dados são analisados e são feitas projeções para resultados futuros. Busca-se sempre a solução mais lucrariva. se alguém não está agregandovalor, é substituída ou eliminada.

Implicações da Visão Mecanicista de Mundo para a Estratégia

O conceito de estratégia está fortemente ligado ao de eficiência mecânica, implicando a busca de forma mais eficiente para chegar aos objetivos organizacionais, fazendo com que as estratégias fiquem mais ligadas aos meios que aos fins.
A prática de desenvolvimento varia de acordo com a influência de diferentes teorias. As configurações para o desenvolvimento dessas estratégias existem apenas no nível hierárquico mais alto, centradas na visão mecanicista de autoridade máxima.